quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Pneumatóforos na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis, SC
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Exposição Mímesis Mülleriana uma Plágiocombinação

O nome da exposição Mimesis Mülleriana uma Plágiocombinação vem do conceito de Mimetismo Circular, atribuído à descoberta de Fritz Müller em sua observação da flora e fauna. Fritz Müller observou que em alguns casos duas espécies se imitam reciprocamente e ao se transformarem acabam se assemelhando. A metáfora na exposição referencia a natureza processual dos projetos colaborativos das instalações multimídia resultantes da Oficina de Arte e Tecnologia. A oficina, promovida durante o primeiro semestre de 2010, como evento de extensão do Ceart da UDESC e acolhida pela Fundação Cultural de Joinville e pela Casa da Cultura, Galeria de Arte Victor Kursansew, resultou na exposição Mimesis Mülleriana. O prognóstico quanto aos trabalhos que envolvem arte e tecnologia relativo aos procedimentos da produção e recepção e circuito exibitivo foi confirmado. A maior transformação consiste ainda em como percebemos nossos instrumentais.
Em 2006 a exposição Emparedados, no MHSC, focou projetos de instalações interativas que se apropriaram do histórico e do aparelhamento do museu histórico com seus arquivos e mobiliário. As instalações pensadas como site specific se referiam à memória do prédio e seu uso no passado como domicílio do governador e de sua família, e como gabinete de governo. Estas pretendiam ao meu ver instalar um dispositivo poético no visitante sobre a memória do espaço. Eram dispositivos imateriais, processuais.
Na exposição processo Mímesis Mülleriana, agora aberta na Galeria Victor Kursansew, o que chama a atenção não são os projetos dos coletivos ou dos artistas individuais mas o fato dos próprios artistas eles mesmos serem os potencializadores do processo contagiando outros por proximidade presencial. Durante a fase de gestação dos projetos a percepção é exacerbada e amplificada por outros que não são apenas receptores da proposta poética. Os micro-controladores usados em alguns dos projetos apenas controlam estímulos de entrada e de saída. Mas a condutividade da poética junto à percepção materializada é que determina o “estado obra” em devir.
Yara Guasque
quinta-feira, 22 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Submissão dos projetos para a Oficina de Arte e Tecnologia
quinta-feira, 11 de março de 2010
Curso de Extensão “Oficina de Arte e Tecnologia”
Tópicos:
Florianópolis
Inscrições pelo link: http://www.musa.cc/index.php/oficina-de-arte-e-tecnologia/
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Circuito Vivo arte.mov em Porto Alegre
O Circuito Vivo arte.mov em porto Alegre compreende uma série de iniciativas descentralizadas em diversas capitais brasileiras que tem como objetivo difundir as novas perspectivas da produção audiovisual contemporânea e discutir as novas tendências das artes em mídias móveis. Nos dias 11 a 13 de dezembro de 2009, o Circuito retorna a Porto Alegre em novo formato composto de mostras audiovisuais, workshop e palestras sobre mídias locativas e realidade aumentada. O evento acontecerá no Centro Cultural Usina do Gasômetro. A programação contará com o Workshop Invisíveis e a Palestra: "Descrenças suspensas, arquiteturas fixas: a cidade como meio para ficções flutuantes" com Bruno Vianna, a Palestra: "Estilhaços: Linguagens | Fraturas: Geografias" com Marcus Bastos, Mostra Competitiva Vivo arte.mov e a Mostra Impakt (Holanda).FILE 8 BIT GAME PEOPLE
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Pensamento ecológico com mestiça filosofia
sábado, 5 de dezembro de 2009
Um projeto tem sempre um longo percurso e várias colaborações
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Eduardo Kac na 30ª edição do Ars Electronica
O artista brasileiro Eduardo Kac recebeu a Golden Nica na categoria Arte Híbrida da 30ª edição do Ars Electronica, um dos festivais mais renomados dedicado à arte de vanguarda, à tecnologia e à sociedade. Kac apresentou a obra que ele chamou "Edunia", uma flor criada através de engenharia genética que é um híbrido do artista e Petunia. A Edunia de Kac expressa o ADN exclusivamente em suas veias vermelhas. A flor é um novo tipo de Petunia que Kac inventou e produziu através de biologia molecular. Ela tem veias vermelhas e pétalas cor de rosa. Um gene do artista é expresso em todas as células de suas veias vermelhas, isto é, o gene de Kac produz uma proteína somente na rede venosa da flor. O gene foi isolado é sequenciado a partir do sangue do artista. As pétalas cor de rosa, contra as quais as veias vermelhas são vistas, são evocativas do próprio tom de pele rosada de Kac. O resultado desta manipulação molecular é uma planta que cria a imagem viva de sangue humano correndo nas veias de uma flor. O gene que Kac selecionou de seu próprio genoma é responsável pela identificação de corpos estranhos. Ou seja, nesta obra, é precisamente aquilo que identifica e rejeita o outro que o artista integra no outro, criando assim uma nova espécie de ser que é parcialmente flor e parcialmente humano.



